Paulo Marques

Mises à jour

Pedido de apoio ao ensino de Português em França Article 16/08/2006
Présidence des débats du 4 Mars au matin. Photo  

MEETING AVEC F. FILLON.

PARIS PARC DES EXPOSITIONS PORTE DE VERSAILLES

HALL 6

A PARTIR DE 19H30

Pour l'espace réservé au PSD aller : ACCEUIL INVITES - Invité PSD

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Le Mercredi 03 Juin 2009Poster un commentaire
Lisboa, Portugal 30/09/2008 18:02 (LUSA)
Temas: Política, governo, emigrantes

   Lisboa, 30 Set (Lusa) - Cinco meses depois de ter sido eleito, o Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) ficou agora completo com a designação dos 10 conselheiros que provêem de associações e dos portugueses eleitos para cargos políticos no estrangeiro.

    De acordo com a nova lei do CCP, aquele órgão de consulta do Governo em matéria de emigração é composto por 73 conselheiros, dos quais 63 são eleitos e dez são designados entre associações, luso-eleitos, o Conselho Permanente das Comunidades Madeirenses e o Congresso das Comunidades Açorianas.

    Segundo fonte do gabinete do secretário de Estado das Comunidades, António Braga, por votação das associações de portugueses na Europa, foram designados Alfredo Cardoso (membro da Federação das Associações Portuguesas de Munster, Alemanha) e Mário Castilho (Presidente da Associação Portuguesa Cultural e Social de Pontault-Combault, França).

    As Associações Fora da Europa nomearam o dirigente associativo Terry Costa, do Canadá, e o presidente da Casa de Portugal de Montevideu, Raul Simón.

    Por seu lado, os luso-eleitos na Europa escolheram Paulo Paixão e Cristela de Oliveira, ambos de França.

    Os portugueses eleitos para cargos políticos Fora da Europa designaram Rita Botelho dos Santos (pelo círculo China, Japão, Tailândia e Macau) e Manuel Simão de Freitas (África do Sul).

    Pelo Conselho Permanente das Comunidades Madeirenses foi designado José Gonçalves, residente na Bélgica, enquanto o Congresso das Comunidades Açorianas optou por não indicar ninguém, preferindo designar pessoas de acordo com os temas em discussão.

    Entretanto, e tal como prevê a lei, o Governo nomeou os conselheiros pelos países onde não houve candidatos, tendo sido indicada Maria Teresa Heymans (Holanda), Manuel Martins Pereira (Valência, Venezuela) e Joaquim Torres Rodrigues (Angola e República Popular do Congo).

    Pelo círculo de Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Senegal foi nomeada Maria Adriana Carvalho e pela Índia Jorge Renato Fernandes.

    De acordo com a fonte do gabinete do secretário de Estado das Comunidades, falta nomear uma pessoa por Espanha porque "não se apresentou ninguém, nem se encontrou alguém com disponibilidade".

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Le Mercredi 01 er Octobre 2008Poster un commentaire
Caros amigos, caras amigas,
segue o texto dos prospectos distribuidos durante o último fim de semana.
Vamos pagar a conta!
Tivemos, pela vontade do Presidente da Câmara Municipal e a sua maioria:
● Um aumento das indemnizações dos eleitos de 365.000€ por ano!
● Uma viagem ao estrangeiro, sob pretexto de cooperação internacional, de 555€ a noite!
    Sem sair d' Alger…
● Uma despesa de 113.000€ para algumas canções de Bernard Lavilliers no 22 de Junho passado  no parque urbano Robert Ballanger!
O presidente da câmara municipal e a sua equipa têm também criado empregos municipais, mais de 30 em alguns meses, para os amigos em primeiro, claro.
Enquanto que o Sr. Segura prometia empregos aos nossos jovens,
aí está que contrata agora os seus amigos, mesmo reformados, por serem militantes socialistas ou antigos membros da sua lista!
Quantos tempo vai durar esta gestão partidária e dispendiosa para nós todos, Sr. Segura?
Sr Segura não estamos seguros da sua gestão!
Plus d'informations ici : Reussir l'avenir ensemble
Em Français
Vous allez devoir payer la note !

Nous avons eu par la volonté du maire et de sa majorité :

Une augmentation de leurs indemnités d'élus de 365 000€ par an !

Un voyage à l'étranger sous prétexte de coopération internationale à 555€ la nuit ! Sans quasiment sortir d'Alger...

Une dépense de 113 000€ uniquement pour quelques chansons de Bernard Lavilliers le 22 juin dernier au parc urbain !

Le maire et son équipe ont aussi crée des emplois municipaux à tour de bras, plus de 30 en quelques mois, pour les copains d'abord.

Alors que monsieur Segura a promis des emplois à nos jeunes, le voilà qui embauche maintenant ses amis, même retraités, parce qu'ils sont militants socialistes ou anciens colistiers !

Combien de temps va durer cette gestion partisane et coûteuse, monsieur Segura ?

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Le Lundi 08 Septembre 20081 commentaire(s)

Lisboa, 28 Ago (Lusa) - A Associação de Autarcas Portugueses em França (CIVICA) vai lançar várias campanhas de sensibilização para que os portugueses sem nacionalidade francesa residentes naquele país sejam mais participativos nas autárquicas de 2008, como votantes e como candidatos.

    Uma mega campanha de informação sobre as inscrições eleitorais, uma brochura sobre Portugal, uma publicação sobre o Estatuto do Autarca e Eleito Local em França e "A minha Biblioteca Fala Português" são algumas das iniciativas a realizar a partir de Setembro.

    Em declarações à agência Lusa, o presidente da CIVICA, Paulo Marques, disse que estas iniciativas surgiram depois da "fraca participação" dos portugueses nas eleições de 2001.

    "Em 2001 foi a primeira vez que tivemos portugueses sem nacionalidade francesa a serem votados e a votarem. Houve uma fraca participação nos inscritos nos cadernos eleitorais e a participação dos candidatos foi muito escassa", afirmou.

    Contactado telefonicamente pela Lusa a partir de Lisboa, o também vereador para a Juventude em Aulnay-sous-Bois destacou a mega campanha de informação sobre as inscrições eleitorais que a CIVICA vai realizar em toda a França juntamente com o Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP).

    A mensagem que a CIVICA e o CCP querem passar aos portugueses vai ser divulgada por todos os órgãos de comunicação social com visibilidade em França, nomeadamente televisões (onde se inclui a RTP Internacional), rádios, jornais, sites da Internet, cartazes e panfletos.

    Aquela associação vai lançar também em todo o país a quarta edição de uma brochura sobre Portugal e publica o Estatuto do Autarca e Eleito Local em França, onde explica os deveres e direitos dos autarcas.

    "Esta ideia surgiu porque, em 2001, muitos autarcas desconheciam os seus direitos e deveres", adiantou Paulo Marques.

    O responsável destacou ainda a iniciativa "A Minha Biblioteca Fala Português", realizada em conjunto com a Fundação Calouste Gulbenkian, que vai oferecer cerca de 25 livros portugueses a 50 câmaras municipais francesas.

    "Até Março de 2008 teremos a oportunidade de ter uma secção de livros portugueses nas bibliotecas municipais, de dar voz à comunidade portuguesa e de ter uma estrutura de onde se falará de Portugal", afirmou Paulo Marques, acrescentando que a Gulbenkian vai oferecer livros infantis, de grandes escritores portugueses, de geografia e de história.

    "Havendo iniciativas em conjunto com câmaras municipais, criamos condições para recebermos e partilharmos informação sobre o direito de voto e de eleição dos portugueses. Dá visibilidade local e é uma oportunidade de relembrar que a participação cívica também passa pela comunidade portuguesa", sublinhou.

    O presidente da CIVICA lembrou ainda que irá participar no Salão dos Presidente de Câmaras Franceses, em Novembro, e no Encontro de Autarcas promovido pela Embaixada de Portugal em Paris.

    Em França existem 350 autarcas portugueses ou de origem portuguesa, dos quais três são presidentes de câmara.

    Nas eleições de 2001, estavam inscritos nos cadernos eleitorais 50 mil portugueses sem nacionalidade francesa, de acordo com Paulo Marques.

    Em França vivem cerca de um milhão de portugueses e só na região de Paris aproximadamente 700 mil, o que a torna a segunda maior área metropolitana com mais portugueses, a seguir a Lisboa.

    MCL.    Lusa/fim

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Le Mercredi 02 Janvier 2008Poster un commentaire

NATIONALITÉ : DOUBLE

 

Alors que le « modèle d’intégration à la française » est si décrié, le luso-descendant Paulo Marques fait de ses origines un atout politique.

 

« Je suis Français en France, Portugais au Portugal, et européen ! » Plus que des données biographiques, il y a dans cette phrase de Paulo Marques tout son credo.

Né en France de parents portugais, fonctionnaires, ce jeune célibataire de 36 ans incarne la deuxième génération d’immigrés portugais et sa quête de visibilité, de respectabilité. Sa politique : être présent, prendre la parole, se rendre utile. Il est aujourd’hui Conseiller municipal à Aulnay-sous-Bois, président de l’association Civica – qui réunit des élus portugais de France –, membre actif de l’UMP et de la branche française du PSD, le parti du centre-droit portugais.

« Aujourd’hui mon discours se focalise sur cette double appartenance pour éviter toute idée d’assimilation, d’intégration ou de communautarisme », explique celui qui, à 19 ans déjà, était le premier candidat issu de l’immigration portugaise aux élections municipales, dans toute la France. Par son engagement politique, Paulo Marques s’est construit son propre « modèle d’intégration ». Il participe à la vie politique en France et au Portugal, en s’appuyant toujours sur son lien avec la communauté portugaise de France.

Paulo Marques est un homme d’action et la connaissance du terrain est son atout. « J’aime gagner. J’aime qu’on me fasse confiance… montrer de quoi nous sommes capables », déclare l’interlocuteur privilégié de ceux qui, ici ou au Portugal, veulent approcher sa communauté. En 2002, il co-organise la campagne lusophone de Jacques Chirac. Il s’en souvient comme un de ses plus beaux succès : « Nous avons apporté une pierre à l’édifice, nous n’étions plus seulement la communauté qui travaille dur, nous participions au plan politique ». La même année, une autre victoire importante est au rendez-vous. En tant que directeur de campagne de Carlos Gonçalves, candidat aux élections législatives portugaises pour la circonscription « Europe », Paulo Marques fête l’élection du premier député qui réside effectivement en France.

Lors des élections régionales de 2004, Paulo Marques intègre la liste de Jean-François Copé, qui se présente en Île-de-France. « Paulo correspondait exactement au profil recherché. C’est un jeune dynamique, très travailleur, et il sait ce qu’il fait », raconte Guy Alvés, chef de cabinet du porte-parole du gouvernement. Et, en novembre dernier, l’ancien Président de la république portugaise Jorge Sampaio lui téléphonait en personne pour mieux comprendre ce qu’il se passait dans les banlieues de la région parisienne.

 

C’est précisément là, en Seine Saint Denis, à la cité des Trois Mille, que tout a commencé. Paulo Marques ne revendique pas une vocation de leader, pourtant, son tempérament l’a toujours poussé à faire bouger les choses et il ne craint pas de se mettre en avant. A 16 ans, il crée avec une bande de copains les RDV Boys, « une espèce de boys band avant la lettre qui faisait de la world music et de la danse moderne en costume traditionnel de la région du Minho, au Portugal ». L’idée était simple : redonner de la vigueur à la vie associative et culturelle de la communauté portugaise d’Aulnay-sous-Bois. Un enjeu auquel Paulo Marques était très sensible car c’est son père qui, en 1973, avait créé l’Association culturelle « Rose des Vents » pour accueillir les nouveaux habitants du quartier du même nom, composé en grande majorité d’immigrés portugais.

Paulo Marques devient président de l’association en 1989 mais cela ne suffit pas. « J’ai rapidement compris que, pour prendre la parole et dire quelque chose au nom de nos parents qui ne votaient pas, il fallait qu’on intègre les institutions françaises par l’intérieur », explique-t-il aujourd’hui.

En 1995, Paulo Marques se présente à nouveau sur les listes du RPR en tant qu’indépendant et parvient à se faire élire. La même année, le président Jorge Sampaio vient en France. Paulo Marques raconte : « Je me suis approché de lui et je me suis présenté en tant qu’élu portugais en France. Il a fait tilt, c’était la première fois qu’il rencontrait un jeune portugais qui participait à la vie politique locale. Il était tellement ravi qu’il en a parlé dans son discours. » Paulo Marques avait compris quel serait son rôle. Depuis, en donnant l’exemple, il cherche à démontrer aux français et aux portugais que les luso-descendants ont réussi leur aventure, qu’ils sont travailleurs et citoyens.

Pourtant, il y a une cause qui, aujourd’hui encore, revient sans cesse dans les propos de Paulo Marques. En 1994, les ressortissants européens résidant en France ont obtenu le droit de voter aux élections municipales et européennes. Pour Paulo Marques, le temps était finalement venu pour la génération de ses parents de prendre toute sa place dans la société française. Mais des 795.000 potentiels électeurs portugais, seulement 56.000 se sont inscrits sur les listes. Selon Paulo Marques, ces chiffres ne s’expliquent que par un manque d’information, et ça le rend furieux : « Ça fait plus de 10 ans qu’on attend que cette information passe… et on parle du droit de vote des étrangers, ne mettons pas la charrue avant les bœufs ! ». Impatient et pragmatique à la fois, le président de l’association Civica s’est fixé pour objectif de doubler le nombre d’inscrits d’ici 2007.

Au sein de sa communauté, le parcours de « Paulinho », comme l’appellent ceux qui l’on vu grandir, fait presque l’unanimité. Mais, au sein de l’Association des élus municipaux portugais de France (AEMPF), qui, globalement, regroupe des élus de gauche, plus âgés et plus proches des problèmes quotidiens de la communauté portugaise, l’omniprésence de Paulo Marques le rend suspect. « J’ai l’impression qu’il parle beaucoup et ne fait pas grand-chose… qu’il a d’autres objectifs et qu’il pourrait se servir de la communauté portugaise pour faire son entrée dans la politique française », lâche José Maria da Silva, président de l’AEMPF.

Le fait est que c’est bien Paulo Marques qui était présent à Matignon lorsque le nouveau Premier ministre portugais, José Sócrates, a rendu visite à son homologue français. C’est à nouveau lui qui a accompagné le président de l’UMP, Nicolas Sarkozy, lors de son voyage au Portugal l’an dernier. Paulo Marques ne cache d’ailleurs pas qu’il aura son rôle dans la campagne présidentielle de 2007 que briguera très probablement Nicolas Sarkozy, quelqu’un dont il se sent proche. « L’avantage qu’a Paulo c’est d’être connu de Villepin, Sarkozy ou Jean-François Copé. Si demain il souhaite s’engager dans une carrière plus personnelle, ces gens l’aideront », confie Guy Alvés, chef de cabinet de M. Copé.

Paulo Marques hésite : « Je sais d’où je viens et ce qui fait la base de mon intervention. Sans délaisser la communauté portugaise, c’est vrai que j’ai une réflexion personnelle à faire ». Mais après avoir été cadre administratif dans une banque portugaise en France, Paulo Marques travaille actuellement avec ses deux frères cadets dans le domaine de l’évènementiel et de l’animation nocturne, ce qui, de son point de vue, lui permet « de garder les pieds sur terre, de rester à l’écoute de la jeunesse ».

Son avenir proche passera sans doute par la commune d’Aulnay-sous-Bois, où il a récemment demandé à être Maire adjoint. Il réfléchit également aux prochaines élections européennes. « Il faut que les ressortissants européens soient sur les listes. Soit on intègre les listes des partis, soit la communauté crée sa propre liste », dit-il, encore amer d’avoir assisté à l’absence totale des européens vivant en France lors des débats de la dernière campagne.

Et l’Assemblée nationale ? « Ce serait très difficile, mais j’y pense. »

 

THOMAS SCHMITT CABRAL

 

Ecole de Journalisme – IEP Paris

Mai 2006

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Le Lundi 20 Novembre 2006Poster un commentaire
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